Sexta-feira, 13 de Julho de 2007

À espera…

Existem alturas num ano em que a vida dá estas voltas. Esperamos ansiosamente por tudo. Esperamos por um filme, esperamos por um livro, por um jogo, por um álbum de música ou por um novo trabalho, que nunca mais chegam.

 

O filme estreou ontem e desta vez deixarei que a dona do meu mundo, escreva a crítica ao mesmo.

 

O livro sai no dia 21. Harry Potter and the Deathly Hallows, o sétimo e ultimo livro da saga. Faltam 8 dias!!!!!

 

O jogo é suposto ser o Homem-Aranha 3 para a PSP, mas nem sequer há confirmação se sai ou não.

 

O álbum é o novo de David Fonseca, esse génio da música portuguesa. Regressado hoje ao seu blog (http://davidfonseca.blogs.sapo.pt/), com um webepisódio só ao alcance de um génio como ele, para nos meter a pulga atrás da orelha, relativamente ao seu novo single “Superstars”. Enfim já me cativou…



publicado por Ricardo Fernandes às 16:37
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Terça-feira, 3 de Julho de 2007

Metallica - 28-06-2007 - Super Bock Super Rock

Depois de muito tempo sem escrever neste blog, voltámos à carga. Nada mais hoje do que (para além dos filmes abaixo a desesperar por comentários vossos) falar sobre o primeiro dia do Super Bock. Sobre o primeiro dia… não é bem assim, pois só cheguei a tempo de ver o final de Satriani e o “main event” dos Metallica.

 

Já no ano anterior, algo falhou. Mais do que falar da prestação das bandas, falhou a organização do evento. Não se compreende como é que eu demoro uma hora para entrar num recinto. Não haviam sequer filas. Eram molhos de gente a empurrarem-se uns aos outros, porque a organização não tinha ninguém nas ruas e afunilou toda a gente. Dentro do recinto, tudo estava como no ano anterior, não havia mais, nem menos bancadas de comida, ou pelo menos assim pareceu. As “casas de banho” estavam novamente a “26 km” do palco, o que é óptimo.

 

Passado esse descontentamento geral organizacional (devo salientar que não foi só à entrada, para sair também foi um problema), o ambiente era fenomenal. A noite já de si negra e a aparentar gélida, cedo escaldou com o ambiente proporcionado pelos Metallica. Sinceramente nada vi das bandas anteriores a estes. Até Satriani só apanhei na fase final do seu concerto e não deu para avaliar a prestação do mesmo. No entanto, existe um certo senhor “jornalista” do Jornal de Notícias, que não sei onde é ele aprendeu a palavra imparcialidade, mas dizimou tudo o que foi “acto” antes dos Metallica. Teve a audácia de dizer que Satriani devia ter sido enviado num foguetão para a lua. Ora esse senhor, cuja verborreia afecta o mais insensível leitor, devia ter em atenção os seus colegas do Blitz, que sabem escrever profissionalmente. Como é óbvio, em qualquer concerto instrumental, os ânimos esmorecem. Principalmente num público como o dos Metallica, que queria movimento e Satriani, sem a presença de voz acalma os ânimos. Não podemos também esquecer que as reservas de energia deviam ser guardadas para o “main event” e não gastas aqui.

 

Metallica surpreendeu-me em vários aspectos. Depois das problemáticas que tiveram nos últimos anos e (para mim) com o lançamento do pior álbum da sua carreira (St. Anger), esperava uma “tour musical” de todos os álbuns e não aquilo que vi. Os Metallica brindaram, um dos melhores públicos do mundo, com um set “old school”. Nas mais de duas horas que estiveram em palco, souberam agarrar o público, vibrar com ele e mais importante, saudar o público com as músicas que eles queriam. Não tocaram uma música do St. Anger e do Load e Reload, só tocaram a Memory Remains. O resto foi percorrer os vastos campos da memórias, com temas de Kill’em All, …And Justice For All, Ride The Lightning, Master of Puppets e claro, do consagrado Black Álbum.

 

O concerto ficará para sempre na minha memória, como um dos melhores a que já assisti. São a grande banda da minha vida e muito embora ganhe outros amores ao longo dos tempos, estes terão sempre um lugar especial naquilo que sou hoje.

 

10/10

 

Lisbon!!!!! Metallica Loves YOU!

 

 

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publicado por Ricardo Fernandes às 11:53
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Fantastic Four: Rise of the Silver Surfer (2007)

Quando pensava em Quarteto Fantástico, nunca ficava em êxtase, mas também não ficava aborrecido. É certo que um intelectual, um puto loiro espirituoso, um hulk de pedra e uma “hottie” mãe, não são os heróis mais atractivos da Marvel, mas esperava-se melhor do que a “obra de arte” presente nas salas de cinema.

 

Nem tudo esteve mal no primeiro filme. Sue Richards, não era bem loira… era mais morena com madeixas loiras e embora a Jessica Alba seja uma mulher e peras, houve algo que não bateu certo… se calhar (e digo eu) é a sua queda para actuar, mas pode ser de mim... Gruffudd até parecia ser um Reed Richards credível, embora mais ingénuo que o homem da BD é. A dupla Johny Storm e The Thing (ou o Coisa), interpretados por Chris Evans e Michael Chiklis foram se calhar o melhor que nos ofereceu esse filme. Do grande Julian McMahon, nada a apontar. Eu não escolheria outro Viktor Von Doom… tinha escolhido outro argumento…

 

Para este segundo filme, esperava-se um esforço maior que o feito para o primeiro, uma vez que tinha sido tão criticado por ser fraco a todos os níveis. Tentou-se inserir um tom mais cómico, mas o certo é que a chegada do Surfista Prateado é a o momento de maior auge deste Quarteto. Enquanto outros heróis têm vários momentos que dividem os fãs, aqui não.

 

O argumento parece colado às três pancadas. A química do casal (Sue e Reed) não existe. Desta vez Alba está oxigenada e contra isto só se pode bradar aos céus… Uma vez que não tiveram “tomates” para a deixar latina (não compreendo porque a Alicia, namorada cega do Coisa, é preta aqui. Na BD é loira e branca), talvez deixassem ficar com madeixas, no primeiro filme não estava tão mal. A presença Doom no filme é completamente escusada e McMahon deve estar a passar por alguma fase de tédio na carreira, pois não está pura e simplesmente no filme.

 

Por ultimo, o Surfista. Visualmente interessante e a voz de Fisherburn dá um ar muito “cool” ao bicho. Mas não é que este é daqueles tais filmes que se virmos o trailer vemos as melhores cenas do filme? Ora que Diabo! Não bastava ser uma cópia cromada do T-1000, feito quinze anos antes, as cenas de acção tinham de passar todas no trailer. É a vida. Muito pouco está em cena este surfista. Parece que o móbil principal do filme é se Sue e Reed irão ou não casar-se e a chegada do "auruto" do Devorador de mundos é relegada para segundo plano. Nem sequer vou deambular por essa... "Nuvem Galactea".

 

Merecia mais e melhor. Não deixa de ser um filme a ver… mas talvez no conforto do sofá e não da sala de cinema.

 

6/10

 


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publicado por Ricardo Fernandes às 10:56
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Pirates of the Caribbean: At World's End (2007)

Eu adorei o filme. Adoro o elenco “maior” do filme, gostei dos dois primeiros e acho toda a mitologia que envolve o filme: fascinante.

Johnny Depp é o maior. Só alguém como ele podia inventar uma personagem tão magnífica como Jack Sparrow. Como também só alguém como Bill Nighy podia dar corpo e alma a Davy Jones e só o excelso Geoffrey Rush podia “cozinhar” aquele Barbossa, com uma pitada de “brilhantismo” e um pouco de “genialidade” q.b.

 

Quanto ao elenco que resta nos três filmes, aos “sidekicks” como os marinheiros, o anão e etc, estão na mesma! Hilariantes. A Will (Orlando Bloom) e Elizabeth (Keira Knightly) nada tenho a dizer, podiam dar mais do que dão ao filme, o que é uma pena.

 

A história é fantástica e está bem composta, bem interligada e fechar todos os laços abertos com os filmes anteriores. O único senão deste filme é a duração do mesmo. É muito grande para o argumento que foi composto. Há momentos perfeitamente escusados e completamente utilizados para encher chouriços.

 

Não escreverei mais. Basta saberem que se gostaram dos anteriores, vão certamente gostar deste. E vale mesmo a pena vê-lo quanto mais não seja pelo grande Jack Sparrow. Perdão… Capitão Jack Sparrow.

 

8/10 Pela sua longevidade!



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publicado por Ricardo Fernandes às 10:55
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Oceans 13 (2007)

Eu não vi nenhum trailer deste filme. Sabia que teríamos o grande colosso Al Pacino, que Júlia Roberts e Catherine Zeta Jones não voltariam e espera um brilhantismo fenomenal de todos os intervenientes.

 

É um facto que em performance não posso apontar dedos a ninguém, o elenco original está ao seu nível e a “grande” contratação de Al Pacino foi sem dúvida uma aposta ganha. E Ellen Barkin, embora não dê nas vistas está muito bem neste curto papel.

 

O argumento é que… Bem… depois de ter visto este filme revi os primeiros, para me situar melhor e talvez para tirar uma ou outra ilação, que reformulasse o sentimento vazio com que saí da sala de cinema. O primeiro filme é centrado na personagem de George Clooney e é um remake espectacular. Todos os elementos estão divinais e a história é divina. O segundo é centrado na personagem de Brad Pitt e os twists (tal como no primeiro) que o filme provoca são pura e simplesmente a vedeta do filme. Neste filme a vedeta é esse grande SENHOR do cinema chamado Al Pacino. Ele literalmente toma conta do filme, é um vilão muito melhor do que foi Andy Garcia, mas o problema é que apaga completamente Clooney ou Brad Pitt. A culpa, creio ser do argumento. É simplista, os grandes esquemas mirabolantes, não existem, e o envolvimento de Clooney ou de Pitt é praticamente inexistente. Sabemos do inicio ao fim o que vai acontecer, não somos surpreendidos, nada.

É verdade que não gosto do estilo de Steven Soderbergh, acho que a ideia de meter a camera ao ombro e andar por aí a filmar não é das melhores… mas há gostos para tudo. Acho que filmes dele são para ver no conforto do lar e não numa sala de cinema.

 

Bem sei que a minha opinião vai contrastar com muita gente, mas o facto é que fiquei bastante desiludido com o filme. De qualquer forma, espero que se divirtam, pois embora mais fraco que os anteriores, não deixa de ter momentos hilariantes.

 

6/10

 


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publicado por Ricardo Fernandes às 10:55
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