O filme estreou ontem e desta vez deixarei que a dona do meu mundo, escreva a crítica ao mesmo.
O livro sai no dia 21. Harry Potter and the Deathly Hallows, o sétimo e ultimo livro da saga. Faltam 8 dias!!!!!
O jogo é suposto ser o Homem-Aranha 3 para a PSP, mas nem sequer há confirmação se sai ou não.
O álbum é o novo de David Fonseca, esse génio da música portuguesa. Regressado hoje ao seu blog (http://davidfonseca.blogs.sapo.pt/), com um webepisódio só ao alcance de um génio como ele, para nos meter a pulga atrás da orelha, relativamente ao seu novo single “Superstars”. Enfim já me cativou…

Depois de muito tempo sem escrever neste blog, voltámos à carga. Nada mais hoje do que (para além dos filmes abaixo a desesperar por comentários vossos) falar sobre o primeiro dia do Super Bock. Sobre o primeiro dia… não é bem assim, pois só cheguei a tempo de ver o final de Satriani e o “main event” dos Metallica.
Já no ano anterior, algo falhou. Mais do que falar da prestação das bandas, falhou a organização do evento. Não se compreende como é que eu demoro uma hora para entrar num recinto. Não haviam sequer filas. Eram molhos de gente a empurrarem-se uns aos outros, porque a organização não tinha ninguém nas ruas e afunilou toda a gente. Dentro do recinto, tudo estava como no ano anterior, não havia mais, nem menos bancadas de comida, ou pelo menos assim pareceu. As “casas de banho” estavam novamente a “26 km” do palco, o que é óptimo.
Passado esse descontentamento geral organizacional (devo salientar que não foi só à entrada, para sair também foi um problema), o ambiente era fenomenal. A noite já de si negra e a aparentar gélida, cedo escaldou com o ambiente proporcionado pelos Metallica. Sinceramente nada vi das bandas anteriores a estes. Até Satriani só apanhei na fase final do seu concerto e não deu para avaliar a prestação do mesmo. No entanto, existe um certo senhor “jornalista” do Jornal de Notícias, que não sei onde é ele aprendeu a palavra imparcialidade, mas dizimou tudo o que foi “acto” antes dos Metallica. Teve a audácia de dizer que Satriani devia ter sido enviado num foguetão para a lua. Ora esse senhor, cuja verborreia afecta o mais insensível leitor, devia ter em atenção os seus colegas do Blitz, que sabem escrever profissionalmente. Como é óbvio, em qualquer concerto instrumental, os ânimos esmorecem. Principalmente num público como o dos Metallica, que queria movimento e Satriani, sem a presença de voz acalma os ânimos. Não podemos também esquecer que as reservas de energia deviam ser guardadas para o “main event” e não gastas aqui.
Metallica surpreendeu-me em vários aspectos. Depois das problemáticas que tiveram nos últimos anos e (para mim) com o lançamento do pior álbum da sua carreira (St. Anger), esperava uma “tour musical” de todos os álbuns e não aquilo que vi. Os Metallica brindaram, um dos melhores públicos do mundo, com um set “old school”. Nas mais de duas horas que estiveram em palco, souberam agarrar o público, vibrar com ele e mais importante, saudar o público com as músicas que eles queriam. Não tocaram uma música do St. Anger e do Load e Reload, só tocaram a Memory Remains. O resto foi percorrer os vastos campos da memórias, com temas de Kill’em All, …And Justice For All, Ride The Lightning, Master of Puppets e claro, do consagrado Black Álbum.
O concerto ficará para sempre na minha memória, como um dos melhores a que já assisti. São a grande banda da minha vida e muito embora ganhe outros amores ao longo dos tempos, estes terão sempre um lugar especial naquilo que sou hoje.
10/10
Lisbon!!!!! Metallica Loves YOU!


Quando pensava em Quarteto Fantástico, nunca ficava em êxtase, mas também não ficava aborrecido. É certo que um intelectual, um puto loiro espirituoso, um hulk de pedra e uma “hottie” mãe, não são os heróis mais atractivos da Marvel, mas esperava-se melhor do que a “obra de arte” presente nas salas de cinema.
Nem tudo esteve mal no primeiro filme. Sue Richards, não era bem loira… era mais morena com madeixas loiras e embora a Jessica Alba seja uma mulher e peras, houve algo que não bateu certo… se calhar (e digo eu) é a sua queda para actuar, mas pode ser de mim... Gruffudd até parecia ser um Reed Richards credível, embora mais ingénuo que o homem da BD é. A dupla Johny Storm e The Thing (ou o Coisa), interpretados por Chris Evans e Michael Chiklis foram se calhar o melhor que nos ofereceu esse filme. Do grande Julian McMahon, nada a apontar. Eu não escolheria outro Viktor Von Doom… tinha escolhido outro argumento…
Para este segundo filme, esperava-se um esforço maior que o feito para o primeiro, uma vez que tinha sido tão criticado por ser fraco a todos os níveis. Tentou-se inserir um tom mais cómico, mas o certo é que a chegada do Surfista Prateado é a o momento de maior auge deste Quarteto. Enquanto outros heróis têm vários momentos que dividem os fãs, aqui não.
O argumento parece colado às três pancadas. A química do casal (Sue e Reed) não existe. Desta vez Alba está oxigenada e contra isto só se pode bradar aos céus… Uma vez que não tiveram “tomates” para a deixar latina (não compreendo porque a Alicia, namorada cega do Coisa, é preta aqui. Na BD é loira e branca), talvez deixassem ficar com madeixas, no primeiro filme não estava tão mal. A presença Doom no filme é completamente escusada e McMahon deve estar a passar por alguma fase de tédio na carreira, pois não está pura e simplesmente no filme.
Por ultimo, o Surfista. Visualmente interessante e a voz de Fisherburn dá um ar muito “cool” ao bicho. Mas não é que este é daqueles tais filmes que se virmos o trailer vemos as melhores cenas do filme? Ora que Diabo! Não bastava ser uma cópia cromada do T-1000, feito quinze anos antes, as cenas de acção tinham de passar todas no trailer. É a vida. Muito pouco está em cena este surfista. Parece que o móbil principal do filme é se Sue e Reed irão ou não casar-se e a chegada do "auruto" do Devorador de mundos é relegada para segundo plano. Nem sequer vou deambular por essa... "Nuvem Galactea".
Merecia mais e melhor. Não deixa de ser um filme a ver… mas talvez no conforto do sofá e não da sala de cinema.
6/10

Eu adorei o filme. Adoro o elenco “maior” do filme, gostei dos dois primeiros e acho toda a mitologia que envolve o filme: fascinante.
Johnny Depp é o maior. Só alguém como ele podia inventar uma personagem tão magnífica como Jack Sparrow. Como também só alguém como Bill Nighy podia dar corpo e alma a Davy Jones e só o excelso Geoffrey Rush podia “cozinhar” aquele Barbossa, com uma pitada de “brilhantismo” e um pouco de “genialidade” q.b.
Quanto ao elenco que resta nos três filmes, aos “sidekicks” como os marinheiros, o anão e etc, estão na mesma! Hilariantes. A Will (Orlando Bloom) e Elizabeth (Keira Knightly) nada tenho a dizer, podiam dar mais do que dão ao filme, o que é uma pena.
A história é fantástica e está bem composta, bem interligada e fechar todos os laços abertos com os filmes anteriores. O único senão deste filme é a duração do mesmo. É muito grande para o argumento que foi composto. Há momentos perfeitamente escusados e completamente utilizados para encher chouriços.
Não escreverei mais. Basta saberem que se gostaram dos anteriores, vão certamente gostar deste. E vale mesmo a pena vê-lo quanto mais não seja pelo grande Jack Sparrow. Perdão… Capitão Jack Sparrow.
8/10 Pela sua longevidade!

Eu não vi nenhum trailer deste filme. Sabia que teríamos o grande colosso Al Pacino, que Júlia Roberts e Catherine Zeta Jones não voltariam e espera um brilhantismo fenomenal de todos os intervenientes.
É um facto que em performance não posso apontar dedos a ninguém, o elenco original está ao seu nível e a “grande” contratação de Al Pacino foi sem dúvida uma aposta ganha. E Ellen Barkin, embora não dê nas vistas está muito bem neste curto papel.
O argumento é que… Bem… depois de ter visto este filme revi os primeiros, para me situar melhor e talvez para tirar uma ou outra ilação, que reformulasse o sentimento vazio com que saí da sala de cinema. O primeiro filme é centrado na personagem de George Clooney e é um remake espectacular. Todos os elementos estão divinais e a história é divina. O segundo é centrado na personagem de Brad Pitt e os twists (tal como no primeiro) que o filme provoca são pura e simplesmente a vedeta do filme. Neste filme a vedeta é esse grande SENHOR do cinema chamado Al Pacino. Ele literalmente toma conta do filme, é um vilão muito melhor do que foi Andy Garcia, mas o problema é que apaga completamente Clooney ou Brad Pitt. A culpa, creio ser do argumento. É simplista, os grandes esquemas mirabolantes, não existem, e o envolvimento de Clooney ou de Pitt é praticamente inexistente. Sabemos do inicio ao fim o que vai acontecer, não somos surpreendidos, nada.
É verdade que não gosto do estilo de Steven Soderbergh, acho que a ideia de meter a camera ao ombro e andar por aí a filmar não é das melhores… mas há gostos para tudo. Acho que filmes dele são para ver no conforto do lar e não numa sala de cinema.
Bem sei que a minha opinião vai contrastar com muita gente, mas o facto é que fiquei bastante desiludido com o filme. De qualquer forma, espero que se divirtam, pois embora mais fraco que os anteriores, não deixa de ter momentos hilariantes.
6/10

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